Na noite, insone, solto minha mente e navego livre, buscando algo em que me afirmar, algum sonho bom, mesmo que para despertar com a chegada do sol, as doze badaladas da minha carruagem de abóbora.
Não encontro.
Meu sono de um ano foi como tantos outros. Um toque de sonho aqui e ali, apenas para dar um sabor, deixar vontade. Vontade de voar de novo, dançar, cantar e sorrir.
Mas logo chega o dia,e os sonhos repousam no travesseiro vago, evaporando sob o sol da manhã.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Sonhos
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